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24 de agosto de 2016

Crítica: Quando as Luzes se Apagam (2016)

(SEM SPOILERS)
Desde que vi o curta "Lights Out" (2013), fiquei impressionada como em 3 minutos o diretor David F. Sandberg conseguiu causar um impacto que muitos longas do gênero não conseguem. Fiquei pensando naquela historinha por dias, no que haveria por trás daquela aparição que só dá as caras no escuro... Eis que um tempo depois surge a notícia de que James Wan (o queridinho da garotada) produziria um longa sobre essa história, e a direção continuaria a cargo do David. Bem, hoje conferi o filme no cinema e resolvi resenhar pra vocês.

A história  centra-se em uma entidade sobrenatural que ataca uma família, mas só aparece no escuro. Rebbeca saiu de casa pensando que deixaria seus medos de infância para trás. Enquanto crescia, nunca teve realmente certeza do que era e não era real quando as luzes se apagavam… Agora é seu irmão mais novo, Martin, que está enfrentando os mesmos eventos estranhos que antes testaram a sanidade e ameaçaram a segurança dela. Uma entidade assustadora, ressurgiu. Mas desta vez, como Rebecca se aproxima da verdade, não há como negar que a vida de todos eles está em perigo… A partir desse ponto vemos a jovem rebelde Becca voltando às suas origens para ajudar o seu irmãozinho que parece não estar nada bem, pois sua mãe anda conversando com alguém bem estranho, que parece não ser desse mundo. Sim, é uma família típica de filme de terror: mãe perturbada, filha revoltada e um menino carente. Mas calma que vale a pena conferir!


Entretanto vemos um roteiro que me surpreendeu em muitos aspectos. É bem dinâmico, coerente, recheado de cenas bacanas e ainda conta com algumas surpresas. São detalhes, mas que pra mim fizeram o filme não soar totalmente clichê. O desenvolvimento também é bem interessante. Consegue manter o espectador curioso pra saber o que vem a seguir. Isso é um quesito bem importante! Manter a atenção de quem assiste é primordial. Legal também foi ver que a entidade não enrola para aparecer. É bem ativa e agressiva na verdade. Adorei demais isso!

Em contrapartida, mesmo não estando à cargo da direção, James Wan coloca suas manias chatas ali no roteiro, algo que me incomodou demais! O nível de jump scare é alto! Creio que não tinha precisão de colocar aquele barulho todo em várias cenas, pois a criatura por si só já é de dar medo. Aliás, jump scare não é a única marca do diretor que vemos aqui. Existe um cuidado enorme com o visual, que inclusive é muito lindo. Outro detalhe é que há uma super referência à "Invocação do Mal".

Essa é a cena em especial! Não lembra aquela cena famosa das palmas? haha


O ponto alto pra mim é o elenco que se sai muito bem. Teresa Palmer consegue passar o medo e desespero que a personagem pede, nada de cara de paisagem. Outro que se destaca querendo ou não, é o Gabriel Bateman pela pouca idade. Ele cumpre muito bem o papel de menino atormentado/triste. Ah e não posso esquecer de Maria Bello que está sempre impecável em seus papéis.

A conclusão final que tenho é de que não se trata de um terror gratuito. Contém pitadas de drama, uma moral meio "The Babadook" e porque não dizer, uma mensagem reflexiva.

Tem gente que não curte o gênero por afirmar que um filme de terror é sempre bobo, sem atuações competentes, sem história, e "Quando as Luzes se Apagam" mostra que não. Dá pra ter algo bem feito e de qualidade em uma obra de terror. Coisa que está muito difícil nos dias de hoje!

Triste pra mim foi saber que "Quando as Luzes se Apagam 2" já foi confirmado. Quem assistiu ou vai assistir ao filme, entenderá o motivo da minha decepção. De fato não entendo o motivo de uma continuação. Aliás, só mesmo por interesse financeiro, né. Tendo em vista que o orçamento de "Lights Out" foi de apenas US$ 5 MILHÕES e rendeu até o momento mais de  US$ 100. Pelo resultado desse primeiro filme, eu não consigo imaginar uma sequência. Mas o dindin anda movendo esse mercado...

De qualquer maneira, vale a ida ao cinema e digo que é um dos melhores de 2016.

*Curiosidades: a mulher do David F. Sandberg faz uma participação especial no início do filme. Bicha guerreira! Ah, cês repararam na bonequinha bizarra que aparece numa estante logo no início do filme? Elas são uma espécie de marca do diretor. Já as vi em um dos curtas dele.

Ficou curioso assim como eu pra saber quem estava por trás da mais nova vilã dos filmes de terror? Lhes apresento a atriz/dublê Alicia Vela-Bailey. Que aliás, também estará em "Annabelle 2"

Em entrevista a Variety, a atriz conta como foi estranho e surreal passar a maior parte do tempo vestindo um traje preto e tendo o cabelo extremamente bagunçado para se tornar uma criatura demoníaca icônica. Vela-Bailey revelou também que o segredo esteve na forma como moveu suas mãos e ombros durante as gravações: “Com o jeito que movi as mãos e os ombros acho que criei uma criatura besta demoníaca. Acho que esta vilã poderá transcender o tempo como Freddy Krueger ou Jason." - Créditos por Medologia.







por Lu Souza
Título Original: Lights Out
Ano: 2016
Duração: 81 minutos
Direção: David Sandberg
Roteiro: Eric Heisseirer
Elenco: Teresa Palmer, Maria Bello, Gabriel Bateman, Alexander DiPersia, Alicia Vela-Bailey, Lotta Lorsen, Billy Burke


Samara voltou no trailer de "Chamados"


O trailer de Chamados (Rings) já está entre nós! Veja as versões legendada e dublada do vídeo abaixo: 



O terceiro filme irá se passar 13 anos após o original, e trará a italiana Matilda Luz como protagonista. No elenco estão também Alex Roe (A 5ª Onda), Johnny Galecki (o Leonard de The Big Bang Theory) e Aimee Teergarden (Pânico 4). Também foi revelado que o personagem Aidan Keller (o garotinho dos dois primeiros filmes), irá retornar já adulto, porém não foi revelado se o ator David Dorffman irá retornar na pele dele.

A Paramount revelou recentemente que se o filme se sair bem nas bilheterias, poderiam lançar um filme da franquia a cada ano, como fizeram com Atividade Paranormal e Jogos Mortais.

A estreia ocorre dia 10 de Novembro no Brasil, enquanto nos EUA sai dia 28 de Outubro. O que acharam do trailer?



23 de agosto de 2016

Primeiro trailer de "The Disappointments Room" com a Kate Beckinsale!


O suspense The Disappointments Room, ainda sem título no Brasil, ganhou seu primeiro comercial com as primeiras cenas exclusivas.

A estrela do filme é a Kate Beckinsale, da franquia Anjos da Noite Temos Vagas (2007). Lucas Till (X-Men: Apocalipse) e Gerald McRaney (House of Cards).

O thriller psicológico acompanha Kate no papel de uma mulher que se muda para uma casa com seu filho de 5 anos, descobrindo lá um quarto secreto no sótão onde horrores inimagináveis estão trancados.

A história lembra bastante A Chave Mestra (2005), suspense com Kate Hudson, não? A direção é de D. J. Caruso (Paranoia, Controle Absoluto e Eu Sou o Número 4).

The Disappointments Room tem a estreia marcada para dia 9 de Setembro nos EUA, sem previsão no Brasil.




21 de agosto de 2016

Crítica: Plataforma do Medo (2004)


Clássico das locadoras, é uma pena que esse filme ainda seja desconhecido por muitos. Lembro bem da primeira vez que aluguei ele e também lembro que ele me deixou tenso pra car*lho, rs. Desde então, Plataforma do Medo, lançado originalmente como Creep, sempre obteve um carinho muito grande de minha parte, mesmo quando anos após vê-lo, não lembrasse de nada, rs.

Resolvi então assistir novamente para fazer um post aqui no blog, então aqui está. Plataforma é uma produção inglesa, com apoio americano. Infelizmente ele não recebeu a distribuição internacional que merecia, portanto não é um filme bem conhecido lá fora. Aqui, no entanto, foi lançado direto em DVD e ganhou o público que era rato de locadora (yeah, that's me).


Ele é protagonizado pela Franka Potente, que pode ser conhecida por alguns por ser a Lola de Corra, Lola, Corre (1998). Ela faz o papel de Kate, uma mulher que acaba de sair de uma festa e está pegando o metrô para ir até outra. É tarde da noite e o último trem passa em 6 minutos. Kate acaba adormecendo no banco e quando acorda, o trem já havia passado e ela se vê trancada dentro da estação.

Um colega de trabalho a havia seguido e aproveita a chance para dar em cima dela. Quando as coisas ficam violentas e beiram ao estupro, ele é brutalmente atacado por algo que ela não consegue vê. Ao procurar ajuda, ela conhece um casal de mendigos que moram na estação e consegue convencer Jimmy (Paul Rattray) a guiá-la até o posto de segurança, onde há um guarda lá. No entanto, Jimmy também é atacado. Kate então vê que está sozinha na estação e há algo a caçando, algo que vive nos túneis abandonados do lugar.

A identidade desse vilão é revelada com muita cautela, o que é ótimo para o filme. Sua primeira aparição detalhada é ótima, numa cena que te faz pular da cadeira apenas com o silêncio - um jumpscare sem efeitos sonoros intensificados. E o mais interessante é que mesmo depois que estamos acostumados com o "Creep", ele ainda consegue ser assustador de alguma forma.

O que temos aqui é o clássico clima de slasher. Personagens presos em algum lugar com um assassino, portanto em alguns momentos ele pode ser bastante clichê. Em outros, ele consegue pular estereótipos e não parecer tão óbvio. Um exemplo é a protagonista, que ao invés de parecer indefesa no início e aparecer "fodona" no final, tem isso invertido. Ela por si só é emburrada e dá fora em todo mundo, mas no final ela fica mais frágil e debilitada. Boa jogada.


Não é explicado explicitamente quem era o assassino deformado do filme, mas algumas pistas são dadas para interpretação de quem assiste e o que eu acho é: Havia um médico que realizava abortos nas instalações que Kate encontra perto dos túneis. Um dos abortos acabou sobrevivendo (Craig) e o médico o criou. Quando ele morreu, o garoto ficou vivendo lá, cresceu e deu no que deu.

A direção fica a cargo do talentoso Christopher Smith, que viria a dirigir Mutilados (2006), Triângulo do Medo (2009) e Morte Negra (2010). Aqui no filme ele faz um ótimo trabalho, sabendo bem ordenar as cenas de suspense, assim como moderar a violência com a tensão. Há ótimas cenas bem dirigidas, como a cena em que Kate apaga a lanterna, ou a cena em que o "Creep" desce de uma tubulação.

Plataforma é um filme que tem uma boa dinâmica na história. Não enrola demais nem parece apressado. Acima de tudo, apesar de pegar alguns clichês, ele não parece batido e consegue te prender até o fim.



por Neto Ribeiro
Título Original: Creep
Ano: 2004
Duração: 85 minutos
Direção: Christopher Smith
Roteiro: Christopher Smith
Elenco: Franka Potente, Ken Campbell, Vas Blackwood, Jeremy Sheffield, Sean Harris


18 de agosto de 2016

Syfy lançará série de terror antológica estilo "American Horror Story"


Nos moldes de American Horror Story (temporadas com histórias diferentes de terror), o canal Syfy - que não é um símbolo de qualidade - irá lançar sua própria antologia de horror: Channel Zero. A primeira temporada é denominada Candle Cove e estreará dia 27 de Setembro.

O primeiro ano da série conterá com 6 episódios. Candle Cover, é baseado numa creepypasta da internet que ganhou notoriedade online. Ela envolve a obsessão de um homem por um misterioso programa infantil dos anos 80 que pode ter causado acontecimentos assustadores e mortais em sua infância.

No elenco da 1ª temporada estão Paul Schneider (The Newsroom), Fiona Shaw (Harry Potter) e Natalie Brown (The Strain).

O segundo ano da série também já foi encomendado e será intitulado de The No-End House, tendo também 6 episódios. Nessa temporada, uma mulher (Amy Forsyth) visita a Casa Sem Fim, uma bizarra casa de horrores cheia de quartos estranhos e perturbadores. Quando ela retorna para sua casa, percebe que há algo de errado e que tudo mudou.

O Bloody Disgusting divulgou um teaser bem estranho, onde vemos um monstro de dentes (?). Se tiver despertado a curiosidade, espere até 27 de Setembro e vamos ver no que vai dar.

17 de agosto de 2016

Crítica: Scream | 2ª Temporada (2016)


Confesso que fiquei surpreso com a repercussão que a série Scream tomou aqui no Brasil. Ano passado, basicamente ninguém a conhecia. Os poucos que a conheciam, era como "a herdeira da franquia Pânico", da qual fora baseada. Foi um projeto que foi bastante criticado e subestimado desde o seu início. Ao fim do primeiro ano, a série conseguiu distribuição no país através da Netflix, que ampliou os horizontes e tornou-a uma da série mais conhecidas entre o público adolescente por aqui.

A história do primeiro ano acompanhou Emma Duvall (Willa Fitzgerald), uma adolescente que vive na pacata cidade de Lakewood e logo se vê no centro de uma série de assassinatos. Um psicopata mascarado aterroriza Lakewood, fazendo vítimas relacionadas à jovem (sendo a maioria seus amigos). De alguma forma, os assassinatos eram conectados à um massacre que aconteceu há 20 anos, onde Brandon James, um adolescente deformado matou alguns jovens por vingança. O mistério da temporada era justamente esse: qual a relação de Emma com esse massacre e a verdadeira identidade do assassino. No final das contas, era Piper Shaw (Amelia Rose Blaire), jornalista que veio à Lakewood pra cobrir os assassinatos, mas era na verdade a filha de Brandon James e meia-irmã de Emma que queria se vingar dela e sua mãe, por uma série de motivos.

Com a revelação, veio um gancho deixado para o próximo ano. Audrey (Bex Taylor-Klaus), amiga próxima de Emma, poderia ser comparsa do assassino. Portanto, expectativas eram altas para o segundo ano da série, que estreou dia 30 de Maio, com distribuição direta dos EUA-Brasil, com os episódios sendo disponibilizados diretamente na Netflix no dia após sua exibição.

Atenção: Spoilers abaixo.
A 2ª temporada avança 6 meses na história, trazendo Emma de volta à Lakewood, depois de passar um tempinho fora, fazendo tratamento. Com sua volta, era de se esperar que mais mortes ocorressem. Mas foi logo aí que a história tomou caminhos meio diferentes. A primeira vítima do novo assassino foi Jake (Tom Maden), um dos sobreviventes da temporada passada.

Sua morte serviu para que o assassino chantageasse Audrey, que agora está nas mãos dele, já que ninguém sabe de sua relação com Piper (que aliás, continua não bem esclarecida nos primeiros episódios mas é revelada no meio da temporada.

Com a adição de 2 episódios na temporada (12, no total), tivemos alguns problemas de desenvolvimento. Certos plots se tornaram arrastados, podendo facilmente ter sido resolvidos em dois episódios. Outro problema do novo ano foi o foque em relacionamentos, foque este que acabou tomando o tempo de outras questões que precisavam de ênfase, suspense por exemplo.


Não me levem a mal. Entendo que a MTV é um canal relativamente "pequeno" quando o assunto é séries. Portanto, eles têm que produzir um material direcionado para o público principal, que são os adolescentes/jovens. Mas de uma forma ou de outra, é decepcionante ver algumas oportunidades de suspense ou perseguições perdidas, por conta de romancinho. Um exemplo: No episódio 9 "The Orphanage", o principal cenário foi um orfanato abandonado, que acabou sendo palco de um assassinato na temporada. Mas vem cá, não bateu uma esperança de que houvesse uma correria da vítima entre os corredores, com o assassino atrás, no melhor clima Pânico?

E esse é um problema que não é novo, na verdade ele ainda vem da primeira temporada. Muitas cenas, sejam de mortes ou apenas para dar um gostinho do suspense, acabam parecendo apressadas, rápidas demais. Portanto, desculpem o desabafo, mas quem pensa o mesmo vai entender o que eu estou falando.

Apesar de alguns episódios parecerem maçantes (entre o 4 e 8), devo admitir alguns pontos altos. Houve ótimos episódios que souberam coordenar bem o suspense. Por exemplo, o ótimo episódio 10 "The Vanishing", que sem duvidas foi um dos melhores da série.


Aliás, uma boa ideia foi nomear os episódios em homenagem à filmes de terror (ainda que alguns pareceram deslocados dos títulos). Os filmes homenageados foram, em ordem, os seguintes: Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado, Psicose, Temos Vagas, Feliz Aniversário Para Mim, Madrugada dos Mortos, Olhos Famintos, A Cidade dos Amaldiçoados, Deixa Ela Entrar, O Orfanato, O Silêncio do Lago, Almas Gêmeas e Quando um Estranho Chama.

Outro aspecto bastante criticado na temporada passada foi a atuação do elenco. Vários atores melhoraram de forma significativa em relação ao 1º ano, com destaque na Carlson Young (Brooke), Willa Fitzgerald (Emma) e Bex Taylor-Klaus (Audrey). A última continuou incrível, se destacando mais do que as outras.

Falando de elenco, novos personagens foram introduzidos, sendo a maioria só para aumentar suspeitas ou servir como vítimas pro assassino. Foram eles: Gustavo (Santiago Segura), filho do novo xerife Acosta (Anthony Ruivivar); Zoe (Kiana Ledé), personagem que chegou a ser mencionada no piloto mas só foi introduzida aqui; Eli (Sean Grandillo), primo estranho do Kieran; e a suspeita professora Kristin (Austin Highsmith). Grande parte desses novos personagens perdem o carisma pela tentativa incessante do roteiro tentar transformar todos em suspeitos.

[SPOILERS] Comentário sobre a season finale: E o assassino era o Kieran, o tempo todo. Ele era namorado da Piper antes de vir pra Lakewood e os dois iriam se vingar por seus pais (ele do Xerife por ter sido abandonado e ela de sua mãe). Após a morte de Piper, ele continuou fazendo o trabalho dela. Foi uma revelação que eu esperava e que, a princípio, não foi ruim. Mas não soube ser bem trabalhada no episódio. Tudo pareceu jogado na tela, as motivações dele foram fracas ao extremo e não teve tanto impacto quanto deveria. Faltou preparação do terreno, faltou suspense, faltou várias coisas.

Além do mais, só uns questionamentos: Quando Kieran chegou no celeiro, no fim do 2x11, Emma e Audrey estavam saindo na viatura. Minutos depois (e quilômetros depois), ele já estava no meio da estrada, a frente delas, vestido de assassino? Já no cinema, no 2x12, ele está junto com Noah quando Emma sai atrás de Audrey. Ela recebe um telefonema do assassino e quando volta, Kieran ainda está com Noah. Como ele ligou para Emma sem Noah perceber?

Anyway, caso não saibam, a MTV anunciou que lançará mais 2 episódios em Outubro para poder amarrar as pontas soltas, já que o último episódio termina com Kieran preso, recebendo uma ligação de outro assassino: "Quem disse que poderia usar minha máscara?", diz ele. A primeira pessoa que vem em mente é Brandon James, já que vemos numa rápida cena um recado dele para a mãe de Emma e logo depois, Kieran recebe a tal ligação. [FIM DOS SPOILERS]



Veredicto final: Foi uma temporada superior à anterior? Sim, claro. Mas tropeçou bastante em alguns erros, reciclados ainda da 1ª e que realmente podiam ter sido consertados. Furos e falta de coordenação do roteiro atrapalhou bastante a história. Vários episódios tinham a faca e o queijo nas mãos mas sempre desperdiçavam oportunidades. Sabe aquela vontade que dá de você mesmo reescrever o episódio inteiro? É mais ou menos por aí.

A MTV ainda não se pronunciou sobre a renovação da série para um terceiro ano, mas o que sabemos é que, se isso acontecer, eles terão que se reinventar para que não fique repetitivo, já que temos consciência que os roteiristas da série não são tão versáteis quanto Kevin Williamson, que escreveu os filmes.






por Neto Ribeiro
Criada por: Jill Blotevogel, Dan Dworkin, Jay Beattie
Canal: MTV
Episódios: 12
Elenco: Willa Fitzgerald, Bex Taylor-Klaus, John Karna, Amadeus Serafini, Carlson Young, Kiana Ledé, Santiago Segura, Tracy Middendorf, Austin Highsmith, Tom Maden. Anthony Ruivivar, Bobby Campo, Sean Grandillo, Tom Everett Scott

15 de agosto de 2016

Slasher encontra "Premonição" em "Tell Me How I Die"


Esse aqui, meus amigos, me deixou curioso. Previsto para estrear dia 16 de Setembro, "Tell Me How I Die" (Conte-me como eu morro, em tradução literal) teve seu trailer divulgado na internet e garanto que vai chamar atenção de alguns.

O suspense promete ser uma mistura de slasher "whodunit" com Premonição: Quando um grupo de adolescentes se inscrevem para um programa de estudo de uma droga experimental, um inesperado efeito colateral dá visões terríveis de seus próprios assassinatos... que logo começam a virar realidade. À medida que eles tentam evitar seu encontro com a morte, eles percebem que o assassino está entre eles."

No elenco estão Nathan Kress (iCarly, No Olho do Tornado), Virginia Gardner (Projeto Almanaque), Mark Fuze, Ryan Hyga e Kirby Bliss Blanton (The Green Inferno).

Quem também ficou curioso?



10 de agosto de 2016

E fizeram um filme de terror "Found Footage 3D"...


Previsto para estrear no Bruce Campbell Horror Film Festival, daqui a duas semanas, Found Footage 3D teve seu primeiro trailer divulgado.

O filme parece ser cheio de metalinguagem, já que sua história segue "um grupo de jovens que estão fazendo um filme de terror found footage em 3D com um baixo orçamento e se deparam sendo os protagonistas do mesmo, já que uma entidade maligna do filme deles se torna realidade."

No elenco estão Carter Roy, Alena von Stroheim, Chris O’Brien, Tom Saporito, Scott Allen Perry, Jessica Perrin e Scott Weinberg.

Ainda não há previsão de estreia comercial, em VOD ou home video.