ÚLTIMAS NOTÍCIAS

CRÍTICAS

Últimas postadas

Últimos posts

30 de setembro de 2016

Diário de Bordo do Sessão do Medo #3



Olá pessoal, dessa vez eu estou trazendo algo diferente. Há pouco tempo eu vi em algum lugar que os seguidores do Sessão do Medo queriam saber quem eram os colaboradores do blog. Então, aqui eu vou falar um pouco sobre cada membro, vamos lá.
 
Marcelo Alves -> É o fundador do blog, ele é o único da equipe original que continua fazendo criticas, postando novidades e outras coisas relacionadas a cinematografia de terror. Na nossa página do Facebook, ele é aquele que posta os aniversários dos filmes, lançamentos de coleções, livros, entre outros. 
 
Michael Kaleel -> Entrei no grupo do Sessão do Medo no inicio de 2014, no blog eu me limito a escrever artigos e criticas, geralmente, as minhas criticas são de filmes antigos, mas não é uma regra. Na página do Facebook, além de algumas charges, posto notícias e algumas curiosidades.
 
Neto Ribeiro -> É responsável pela atualização e formatação do blog, além disso, posta criticas, em sua maioria, de filmes recentes, e também faz artigos. Ele entrou no grupo quatro meses depois de mim, e desde então não parou mais de publicar.
 
Luiza Souza -> É a nossa quarta e ultima integrante, ela dá o toque feminino no grupo, faz parte do Sessão do Medo desde o inicio de 2015. Também faz variadas publicações na pagina do Facebook, e é responsável por algumas criticas.

Marcelo, Michael, Neto e Luiza.
 
Nem eu, nem Neto e Luiza, tivemos que fazer concurso ou passar por votação para estar aqui, apenas foi visto o nosso potencial e amor pelos filmes de terror e seus derivados. Por esse motivo, fazemos tudo com vontade e gosto para dar o melhor para os nossos seguidores. E nós somos um quarteto que funciona muito bem juntos, nunca teve briga e nem nada do tipo, todos somos livres para postarmos quando pudermos, sem pressão e sem compromisso, e isso tem dado certo.
 
Bom gente, é isso. Obrigado e a gente se vê por aí seja nas criticas, nos artigos, nas noticias, ou no Facebook.

 
 

29 de setembro de 2016

Crítica: Sexta-Feira 13 (2009)


Vamos tocar em assunto delicado aqui: remakes. Já fiz críticas de vários do tipo aqui no blog e todos tem algo em comum, que é a desconfiança do público. O que era pra ser uma homenagem se transforma em afronta para os fãs apaixonados dos intocáveis clássicos das décadas anteriores. Isso por que muita gente encara as refilmagens como tentativa de sabotar o filme original - o que quero deixar claro, não é.

Um remake deveria ser uma repaginação da história para deixá-la mais acessível ao público atual, uma modernização - e claro, uma nova maneira de lucrar em cima do nome, isso não podemos negar. Se um remake consegue apresentar uma nova história mantendo a essência da anterior, eu o considero um sucesso. A Morte do Demônio (2013), O Massacre da Serra Elétrica (2003), Horror em Amityville (2005) são exemplos disso.

Quando eles resolvem ir por um novo caminho, mudando a direção da história, algumas vezes pode dar certo. Temos O Enigma de Outro Mundo (1982) e A Casa de Cera (2005) são exemplos. Assim também como acabar desastradamente como o pífio Martyrs (2016).


Onde eu quero chegar com esses três parágrafos falando sobre refilmagens é o seguinte: Como é que os fãs conseguem odiar um remake que bate no liquidificador todos os maiores detalhes de uma franquia, formada por mais de 10 filmes (e adorada pelas massas), num filme que é melhor do que grande parte do resto da franquia?
Não, o remake de S13 não é ruim. É um filme que faz direito o que lhe foi dado. Se você discorda disso e está revoltado, esteja convidado a fechar a janela e não ler o resto do artigo.

Se você chegou a ler minha crítica de Sexta-Feira 13: Parte 3 (1982), deve ter o conhecimento que, no geral, a franquia do Jogador de Hóquei não é uma das minhas favoritas, mas tem seus pontos altos. Gosto dos três primeiros, Freddy vs Jason (2003) e esse remake. O resto, tanto faz como tanto fez. Depois de 10 filmes e um crossover com A Hora do Pesadelo, os filmes já tinham triturado e remoído tudo da história, fazendo até filmes no espaço (Jason X, 2001).


O remake chegou no auge deles e o diretor contratado foi o caprichoso Marcus Snipel, responsável pela refilmagem de O Massacre da Serra Elétrica em 2003, um dos meus remakes preferidos. Aqui o cara faz um bom trabalho, a partir de um roteiro que tenta seguir a fórmula dos filmes apresentando o máximo de nostalgia aos mais aficionados do Jason.

Pra começo de ideia, temos a ótima abertura que serve como um resumão dos dois primeiros filmes da franquia, onde vemos um breve flashback da morte de Pamela Voorhees e somos apresentados a um grupo de jovens atacados pelo Jason ainda usando um saco na cabeça (S13: Parte 2). Depois disso conhecemos o verdadeiro grupo que protagonizará o filme.

Daí em diante, temos uma mistureba - bem feita - de toda a franquia. Os amigos vão para uma casa no meio da floresta e acabam sendo perseguidos por Jason. O detalhe mais diferente é a presença do protagonista Clay (Jared Padalecki, Supernatural) que está procurando sua irmã desaparecida. Ela era uma das jovens da abertura e sabemos que está sendo mantida refém por Jason - ainda que seja algo meio estranho, já que o personagem nunca fez algo do tipo.


As mortes são bem feitas e na maioria bem violentas - abandonando o aspecto tosco que a série adquiriu nos últimos filmes.

O filme em si não traz muita coisa nova, além do Jason sequestrador e de uma série de tuneis subterrâneos que explicam como ele aparece em qualquer lugar, rs. Ou seja, foi um filme que desde o princípio soube qual era a sua própria proposta. Não era reimaginar o filme de 1980 nem criar uma história totalmente nova, mas sim reviver Jason em seu melhor, do jeito que os fãs sempre gostaram.

Mas desconsiderando os contras que falei acima - e os clichês se você for um daqueles chatos, rs-, o remake consegue se manter na média por que ele trouxe o melhor dos filmes antigos para uma única produção. Teve muito sexo, muito sangue, mortes criativas e Jason em uma ótima forma. Não tem do que se reclamar, se for fã dos filmes.

por Neto Ribeiro

Título Original: Friday the 13th
Ano: 2009
Duração: 97 minutos
Direção: Marcus Snipel
Roteiro: Damian Shannon, Mark Swift
Elenco: Jared Padalecki, Danielle Panabaker, Aaron Yoo, Amanda Righetti, Travis Van Winkle, Derek Mears


28 de setembro de 2016

Série antológica de obras de Hitchcock está sendo produzida


A Variety divulgou que a Universal Cable Productions (subsidiária televisiva da Universal Pictures) está desenvolvendo uma série em formato de antologia (histórias diferentes a cada temporada) baseada nos filmes clássicos de Alfred Hitchcock.

O projeto denominado Welcome to Hitchcock focará num mistério em seu primeiro ano, ainda não divulgado. Se a série for bem na audiência, novas temporadas poderão vir e já estão sendo planejadas.

Entre as mais famosas obras de Hitchcock estão Psicose (1960), Os Pássaros (1963), Janela Indiscreta (1954), Um Corpo que Cai (1958), Festim Diabólico (1948), entre outros.

A vice-chefe de produção criativa da Universal Cable comentou: "Mesmo décadas após sua morte, Alfred Hitchcock continua sendo um dos diretores mais celebrados e visionários do mundo, um mestre em manipular o macabro. Estamos honrados que a Hitchcock Estate [empresa dos direitos do diretor] confiou em nosso estúdio para essa homenagem."

A série estreará em 2017.

Resident Evil: Ame e Odeie


A franquia 'Resident Evil' surgiu em 1996, é um jogo produzido pela Capcom. Nesse jogo, personagens surgiram e logo viraram ídolos dos fans de survival horror, ou seja, aqueles jogos de terror que apelam para a sobrevivência dos personagens. Quem é fan de video game não esquece da bela Jill Valentine, do justo Chris Redfield e do vilão Albert Wesker, além, é claro, dos mais variados tipos de vilões que vão de zumbis à plantas carnívoras gigantes.

O jogo foi um sucesso, e como fruto disso, várias sequências foram surgindo gradualmente. Em Resident Evil 2, nós fomos apresentados a mais dois protagonistas carismático e que iríamos seguir por muito tempo: Claire Redfield, a irmã mais nova de Chris, e Leon Scott Kennedy, o policial que ia para Raccon City para o seu primeiro dia de trabalho.

Outros jogos surgiram com o tempo, fora outros que não fazem parte da história principal, são eles:

O primeiro zumbi a aparecer nos jogos
Resident Evil (1996) - Chris Redfield, Jill Valentine, Rebecca Chambers, Barry Burton e Albert Weslker.

Resident Evil 2 (1998) - Leon S. Kennedy, Claire Redifield, Ada Wong, Sherry Birkin, Annette Birkin.

Resident Evil 3: Nemesis (1999) - Jill Valentine, Carlos Oliveira, Mikhail Victor, Nicholai Ginovaef, Brad Vickers.

Resident Evil Code: Veronica (2000) - Claire Redfield, Chris Redfield, Albert Wesker, Steve Burnside, Alfred Ashford, Alexia Ashford, Rodrigo Juan Raval.

Resident Evil 0 (2002) - Rebecca Chambers, Billy Coen, Enrico Marini, Albert Wesker, William Birkin.

Residen Evil 4 (2005) - Leon S. Kennedy, Luis Sera, Ashley Graham, Ada Wong, Osmand Saddler,
O terror dos jogadores em RE4. O Regenerator.

Ramon Salazar, Baitore Mendez, Ingrid Hunningan, Jack Krauser, Albert Wesker.

Resident Evil 5 (2009) - Chris Redfield, Sheva Alomar, Jill Valentine, Albert Wesker, Excella Gionne, Ozwell E. Spencer, Ricardo Irving, Josh Stone, Alysson. 

Resident Evil: Revelations (2012) - Jill Valentine, Parker Lusiani, Chris Redfield, Jessica Sherawat, Keith Lumley, Quint Cetcham, Clive O'Brian, Raymond Vester, Rachael Foley, Morgan Lansdale, Jack Norman.

Resident Evil 6 (2012) - Leon S. Kennedy, Chris Redfield, Jake Muller, Helena Harper, Piers Nivans, Sherry Birkin, Ada Wong, Derek Simmons, Adam Benford, Ingrid Hunnigan.

Resident Evil: Revelations 2 (2015) - Claire Redfield, Moira Burton, Barry Burton, Natalia Korda, Alex Wesker, Gina Foley, Pedro Fernandez, Neil Fisher, Gabriel Chaveze, Evgeny Rebic.

Resident Evil 7: Biohazard (2017) - Aparentemente, nenhum personagem dos filmes anteriores vão voltar para essa parte.


Principais jogos da franquia.
Existe uma discussão a respeito dos jogos que é alvo de debate até hoje, os jogos que tinham como foco o terror e a luta pela sobrevivência, deu espaço para a ação. Por causa desse acontecimento, muitos fans criticam o rumo que a franquia tomou e que a série não é mais a mesma desde a parte 4 que foi o pioneiro nessas mudanças, começando pelos inimigos básicos que não eram mais zumbis, eram os Ganados. Mas uma coisa é certa, os jogos conseguiram desenvolver os protagonistas de forma excepcional, não tem como pensar no Leon e não imaginar aquele cara sério e ágil que usa a lógica como fator determinante de suas ações, ou de Chris, um soldado que ajudou a fundar a BSAA e atualmente entrou em decadência de sua personalidade por carregar tantas mortes nas costas. No contexto como um todo, a série de jogos tem o seu público que a segue até o fim. No entanto, no meio disso tudo, em meio a esse mundo do Resident, existe algo que surgiu em 2002 e desde então tem sido um divisor de água... Os filmes. 

Existem cerca de 5 filmes com pessoas reais, baseados no jogo, todos os cinco são protagonizado por Milla Jovovich e, com exceção do 2 e 3, são dirigidos por Paul Anderson, seu marido.

Os fans incondicionais dos jogos, em sua maioria, odeiam os filmes com unhas e dentes porque a história do filme, embora tenham personagens e nomes conhecidos do jogo, tem uma história totalmente diferente, mudando o contexto de alguns eventos, mudando o parentesco de alguns personagens (Como os Ashford), e até mesmo a personalidade. Abaixo vou dar alguns exemplos:

Jogo:

- Em cada jogo, um personagem é o protagonista e outro não. Tipo, no 4 é o Leon e no 5 é o Chris, e por aí vai.

- Não aconteceu o fim do mundo, são ataques Bioterroristas e são em locais isolados.

- Não temos protagonistas fixos com poderes, tirando Wesker e Piers, os outros são pessoas 'normais'.

Filme:

- Em todos os filmes a protagonista é Alice, outros personagens do jogo aparecem, no entanto, ficam como personagens secundários.

- Depois do incidente em Raccon City, o vírus conseguiu escapar e contaminou o mundo de zumbis e criaturas provocadas pelo efeito do T-vírus.

- Alice é a protagonista que possui poderes de cura acelerada, super força, resistência e telecinésia.

Protagonistas dos jogos: Jill, Chris, Claire e Leon. Protagonistas dos filmes: Alice.

Existem muitas outras diferenças, eu poderias passar esse artigo inteiro só fazendo isso, mas não é o meu foco principal aqui, eu só quero deixar claro de como o filme e o jogo são diferentes, e não precisa ser fan de um ou de outro para saber disso, basta ler os comentários a respeito, sempre tem alguém que critica o filme por não ser tão fiel ao jogo como deveria ser.

O filme trás Alice, uma ex agente de segurança da Umbrella Corporation que se voltou contra a empresa pelo fato dela estar fazendo experimentos biológicos com armas virais. Os filmes mostram a luta de Alice e seus parceiros contra a empresa Umbrella que mesmo depois do mundo ter acabado, continua com seus experimentos.

O primeiro filme é uma história inédita, mantinha uma ambientação que lembrava o jogo. O diretor chegou a falar que os eventos de 'Resident Evil: Hóspede Maldito' eram antes dos acontecimentos do primeiro jogo, ele mostra um grupo de soldados que desceu até uma base secreta da Umbrella Corporation chamada, Colmeia, para descobrir o que aconteceu com os cientistas do local. Logo os soldados descobrem que a Inteligência artificial chamada de 'Rainha Vermelha', matou todos para impedir que um vírus que havia vazado, se espalhasse na população.


Entretanto, veio 'Resident Evil 2: Apocalypse', essa história era inspirada nos jogos 2 e 3 da franquia, nos apresentando a Jill Valentine (Interpretada por Sienna Guillory), particularmente, acho que Guillory fez um excelente trabalho ao interpretar a musa dos jogos. Mas, nos filmes, ficou como personagem secundário já que o foco era em Alice, até na briga contra o Nemesis que nos jogos é uma batalha contra a Jill, Alice é quem rouba a briga. O filme mostra o vazamento do vírus na cidade de Raccon City e a fuga dos sobreviventes do local.

O Nemesis e a Jill eram os personagens que todos estavam curiosos para ver, mas no final acabou sendo algo decepcionante, o Nemesis morre de uma forma tão sem criatividade e fácil que não tem como se dar satisfeito com o que foi visto. Já Jill, embora seja um dos pontos altos do filme, está ali só por duas coisas: Uma é para aumentar a ligação dos jogos com os filmes. Outra é para que Alice não fique sozinhas enquanto faz tudo. 

A partir da parte 3, os filmes se afastam cada vez mais dos jogos, Alice tenta sobreviver ao mundo pós-apocalíptico  no estilo Mad Max. Aqui, a protagonista se une a Clear Redfield e Carlos Oliveira para salvar o grupo da infestação, tentando levá-los para um lugar seguro e sem infecção. Embora o Carlos e LJ estejam no segundo filme, nada é dito sobre o que aconteceu com Jill e Angie, embora na adaptação literária de Keith R. A. DeCandido. Com os sobreviventes de Raccoon na mira da polícia, Jill se deixa capturar para que os outros possam fugir, e segue sozinha pelo planeta. Angela Ashford é assassinada por Alice, em um dos momentos em que a moça está sendo controlada pela Umbrella. Esse é um dos filmes mais problemáticos da franquia, quase toda a sua trama se passa no deserto de Nevada, aqui Alice conhece a rainha branca, um computador de inteligência artificial numa versão boa em relação a rainha vermelha (Uma clara referencia ao filme 'Alice no País das Maravilhas'), e diz a ela que o seu sangue é a cura para tudo... Isso foi totalmente ignorado na parte 4.

O quarto filme se chama 'Resident Evil: Afterlife', foi o primeiro filme em 3D da franquia e teve um tom totalmente diferente até então, provavelmente porque Paul Anderson havia voltado para a direção. Ali Larter ficou bem mais parecida com a Claire Redfield do que antes, seu cabelo estava vermelho e a sua vestimenta era idêntica ao de sua personagem nos jogos. O pior ponto desse filme é a relação entre os irmãos Chris e Clear que é tão profunda quanto um pires, além disso, Wentworth Earl Miller III como Chris Redfield, não foi uma boa escolha, ficou estranho e o personagem ficou sem o carisma que tem nos jogos, claro, isso não é culpa do ator, afinal o roteiro dava pouca coisa para ele aproveitar, mas mesmo assim, existiam atores que combinavam mais para tal papel. Aqui não temos só zumbis, temos outros tipos de criaturas que aparecem sem justificativa, tipo, nos jogos nós sabemos o que cada personagem está infectado, no filme não sabemos de nada. Em prol do filme, a trilha sonora e os efeitos em 3D são ótimos.


O quinto filme da franquia começa exatamente onde a parte quatro havia acabado, a trilha sonora continua excelente, o figurino é legal, mas a qualidade do roteiro é vazia e sem sentido. Nós não sabemos o porquê de a Umbrella continuar fazendo armas biológicas já que o mundo tinha acabado. Mesmo que a Alice tenha perdido seus poderes, ela continua fazendo as suas acrobacias e piruetas impossíveis. Nós ficamos sabendo um pouco mais sobre os clones que a Umbrella usa, vemos os infectados pelas Plagas pela primeira vez. Mas ainda sim, é tudo vago e confuso. O Leon foi a pior reprodução desde Chris na parte 4 e Jill se mostrou uma vilã ofuscada por Rain que parece ser mais ameaçadora e perigosa. O filme tem bons efeitos e cenas de ação de tirar o fôlego, mas faltou um pouco mais de Residente Evil e menos de Paul Anderson.

O sexto filme da franquia vai estrear em 2017, e promete encerrar a franquia. As suspeitas é de que não seja um final tão bem recebido pelo publico, afinal, se a sinopse for verdadeira. Jill e Leon morreram e podemos não ter a presença do Chris cujo seu destino é incerto. Pelo que se foi visto no trailer, percebi que a ambientação e o figurino se aproximaram bastante do terceiro filme.

São poucos os jogadores de Revil que adoram os filmes, eles acham os filmes um verdadeiro atentado terrorista aos jogos. Na verdade, a maior parte dos adoradores dos filmes, não jogam os jogos, o que torna a experiência mais aceitável já que não são familiarizados com esse universo.

Mas, um ponto interessante que eu não poderia deixar de mencionar, é da influência dos filmes nos jogos, e podem acreditar, isso aconteceu, vejam abaixo cinco dessas influências.

1 - Uma das minhas cenas favoritas é a cena dos lasers no primeiro filme, aquela parte em que os
soldados ficam presos num corredor e os lasers aparecem e vão matando um por um do grupo. Essa cenas foi usada mais tarde em Resident Evil 4 onde o Leon passa por eles para salvar Ashley e em Resident Evil Umbrella Chronicles (É um dos jogos que tem de volta a experiência de passar por cenários já conhecidos de Resident Evil 0, 1, e 3, além de descobrir como um Império chamado Umbrella começou a cair.) onde Chris e Jill são obrigados a lutar contra esse lasers para sobreviver. Referências a eles foram feitas em Resident Evil Revelations onde a jill tem que passar por um labirinto de lasers invisíveis que só podem ser vistos através do gêneses. 

2 - Já que estamos falando dos corredores de laser, não podemos deixar de comentar sobre o que eles guardam com tanta ferocidade. Tanto em Resident Evil: O Hóspede Maldito quanto em RE: The Umbrella Chronicles, as armadilhas servem para impedir a chegada de intrusos à Rainha Vermelha e, no caso do game, também à Rainha Branca.

No filme de 2002, a Rainha Vermelha é um sistema de inteligência artificial que tem controle total sobre a Colmeia, um laboratório da Umbrella no subsolo de Raccoon City. O computador controla tudo, desde as trancas das portas e o sistema de incêndio até o andamento das pesquisas. Em Resident Evil 3: A Extinção, o diretor da vez, Russel Mulcahy, apresentou a Rainha Branca, que possuía função semelhante mas contava com uma atitude muito mais neutra que sua irmã.

Em Resident Evil: The Umbrella Chronicles, a Rainha Vermelha é um sistema computadorizado que armazena todos os dados de pesquisa da Umbrella Corporation e unifica a rede da empresa, além de garantir a segurança de pessoal-chave para a empresa. Por outro lado, a Rainha Branca também existe no game e é vista de relance em telas de computador, mas sua função nunca foi revelada.


3 - Uma terceira referência a Resident Evil: O Hóspede Maldito também pode ser vista em RE: The Umbrella Chronicles. Para fazer um aceno aos jogos, Paul Anderson decidiu mostrar a Colmeia no filme por meio de uma série de mapas semelhantes aos dos games. Para deixa-los mais visualmente interessantes, porém, os diagramas se tornaram tridimensionais.

A base da Umbrella no Cáucaso é exibida da mesma forma em uma série de cutscenes do título, que foi lançado originalmente para o Nintendo Wii. A própria arquitetura da instalação lembra muito a Colmeia e inclui também um trem como forma de acesso, que é utilizado por Wesker.

4 - Apesar de ser visualmente semelhante ao personagem de Resident Evil 3, o Nemesis de RE2: Apocalipse tem profundas diferenças. No longa, ele aparece como uma criatura controlada completamente pela Umbrella, com ares de ciborgue e portando uma metralhadora giratória em determinados momentos. O monstro passa longe da ferocidade vista no título.

Ao desenvolver Resident Evil: Operation Raccoon City (Um jogo espécie de Spin off que acontece durantes os eventos em Raccon City), a Slant Six decidiu seguir com um estilo de Nemesis parecido com o de Apocalipse. No game, apesar de não ser controlado completamente pela Umbrella, o monstrengo observa o cenário como se fosse um robô e também utiliza a Gatling Gun das telonas, sendo capaz de matar os soldados do Wolfpack com uma curta e certeira rajada. O tom mais lento e pesado da criatura do cinema também foi adotado aqui.

5 - E por fim, temos os clones... Isso mesmo, desde Resident Evil: Extinção, Alice possui clones que são usadas para experiências pela Umbrela, os clones são vistos rapidamente em afterlife, mas voltam com força em Retribuição trazendo clones, não só de Alice, mas também de Carlos Oliveira, Rain e da pequena Becky. Pois bem, essa ideia de clones passou a ser usada nos jogos... Em Resident Evil 6, mais precisamente. No jogo, Derek C. Simmons era obcecado por Ada, mas ela se recusou a aceitar que ele fizesse o 'Projeto Ada' que tinha como objetivo criar outra "Ada Wong", uma Ada que sentisse por Simmons o que ele sentia por ela. Carla era a pesquisadora chefe por trás dos experimentos, tentando usar o aspecto de Mutação Completa do vírus para controlar sua consequência.


Até a tentativa de número 12.235, a tentativa que usou a própria Carla Radames como cobaia contra sua vontade. Devido a sua estrutura genética, Simmons descobriu que ela seria a candidata perfeita para o Projeto Ada. Em Abril de 2009, o corpo de Carla Radames renasceu com sucesso na imagem perfeita de Ada Wong, com a mente limpa para ser moldada por Simmons. Naquele dia, Carla Radames deixou de existir e só conhecia a si mesma como Ada Wong. A evidência do seu “nascimento” foi encontrada pelos agentes americanos Leon Scott Kennedy e Helena Harper no laboratório subterrâneo de Simmons sob a Catedral de Tall Oaks, e depois a própria Ada Wong viu o vídeo, em uma fita VHS intitulada “Feliz Aniversário, Ada Wong.”.

Pronto, está aí um motivo para que as pessoas que odeiam os filmes de Milla Jovovich e Paul Anderson, não podem dizer que os filmes não servem para nada... Eles influenciaram os jogos, mesmo que em pequenos detalhes, mas está tudo lá

Só que para o delírio dos vans, em 2008 foi lançado um filme de animação chamada de 'Resident Evil: Degeneração'. Esse filme foi dirigido por Makoto Kamiya e com o roteiro de Shotaru Suga. O filme se passa sete anos após os eventos do segundo e terceiro jogos. Os personagens dos games estavam ali, brigando e lutando da forma que vimos eles fazerem nos jogos. Esse filme trouxe Leon e Claire como protagonistas, eles enfrentam um ataque bioterrorista num aeroporto, esse ataque foi motivado por vingança de um personagem que perdeu toda a sua família em Raccon City. 

Existem alguns pontos que preciso destacar aqui, Claire Redfield tem uma participação muito interessante e conhecemos um pouco mais sobre a personalidade da personagem, é claro, ver ela num filme é diferente, nós vemos o jeito doce dela, ao mesmo tempo em que é observadora, além disso, em certo momento nós vemos toda a sua magistralidade na manuseio de uma arma, quando Leon joga para ela a sua pistola para que ela possa se proteger dos zumbis. Por outro lado, Leon é um cara mais focado e sério, protege seus amigos (Claire e Angela) como pode, mas não demonstra preocupação ou medo. 
  
Admito que achei a historia um pouco confusa, mas a nostalgia faz toda a experiência ser posta nas contas desse longa, com certeza foi uma 'luz no fim do túnel' para os fans que criticam os filmes de Paul Anderson. O longa gerou uma receita de 40 milhões de dólares, o que deu a empresa, uma visão de que uma sequência era algo que não podia ser ignorado.


Em 2012 veio a continuação de 'Generação', ele foi intitulado de 'Residente Evil: Dominação', mais uma vez Leon era o protagonista... Não pode-se negar que o personagem ganhou muito destaque dentro da franquia depois do lançamento do jogo Resident Evil 4. 'Dominação' mostra o Leon enfrentando infectados pelo vírus La Plagas numa cidade da qual está acontecendo uma guerra civil onde a população luta por independência. Eu gostei desse filme tanto quanto o degeneração, embora eu não tenha gostado de ter o Leon como protagonista outra vez. 


É notória a melhora técnica e da qualidade gráfica desse filme em relação ao Degeneração, as expressões faciais e o realismo são um deleite aos olhos de um fan. E não só isso, cenários, texturas, tudo foi melhorado. É claro que esses pequenos problemas de degeneração se deve a tecnologia passada, afinal, quatro anos o separam desse filme aqui. Curiosamente, enquanto que no Degeneration, alguns personagens dos outros jogos aparecem dando referências a Resident Evil 2. Nesse filme, só o Leon é conhecido pelo público, o final da película faz uma ligação direta com o game Resident Evil 5.



Junto com 'Residente Evil 6 O Capitulo Final' de Paul Anderson, será lançado em 2017 a terceira animação chamada de 'Residente Evil: Vendetta'... Mais uma vez o Leon será protagonista, dessa vez com o Chris. Eu queria que o Leon subisse de uma animação pelo menos uma vez para dar espaço para os outros personagens, mas fazer o que, só porque ele é um dos personagens favoritos do publico, a Capcom pretende usá-lo até a exaustão, e isso é triste. O meu personagem favorito é o Chris, por isso a minha ansiedade pelo filme está a mil, só espero que corresponda as minhas expectativas.

O trailer do filme foi lançado recentemente e as pessoas andam falando sobre duas coisas que estão sendo alvos de debates nas redes sociais. A primeira é a impressão de queda de qualidade em relação ao Damnation. A segunda é o Chris que está um pouco diferente dos jogos. Felizmente foi só um trailer e os dois personagens não falam uma única palavra nele, além disso, a edição para a construção do trailer foi feita porcamente, vamos torcer para que o filme seja melhor.   


No fim das contas, os filmes tomaram um rumo semelhante ao do jogo, de survival horror, passou para a ação desenfreada... É ruim? Não necessariamente, quem acompanha a franquia desde o começo não vai deixar de acompanhar por causa da mudança de gênero uma vez que existam problemas muito maiores como: Furos de roteiro, incoerência, personagens rasos, entre outros, ao mesmo tempo em que tem bons efeitos, boa trilha sonora, boas cenas de ação e Milla Jovovich. Por outro lado, os jogos andaram perdidos, em Residente Evil 6, eles tentaram agradar o máximo possível de pessoa, e todos nos sabemos que quem tenta agradar todo mundo, acaba não agradando ninguém. A minha campanha favorita é a do Chris por mostrar o declínio do personagem e o desfecho de Pires que foi um dos mais emocionantes da franquia de jogos até então. Revil Revelations 1 e 2 se saíram bem, mas se afastaram involuntariamente daquilo que os primeiros jogos traziam, uma sensação boa e conhecida de nostalgia. Os Revelations  apelaram para o desconhecido mudando vários pontos clássicos da franquia e isso incomodou algumas pessoas. Revil 7 está vindo aí e pelo que parece, não trará nenhum dos protagonistas, isso assusta porque em tese, pode nem ser um jogo "Resident evil". Mas, vamos dar uma chance, quem sabe eles não consigam reinventar o que há muito foi perdido, o medo de jogar.

É engraçado o que essa franquia conseguiu fazer como um todo. Você pode amá-la e ao mesmo tempo odiá-la, mas a verdade por trás disso tudo é que: Residente Evil, tem para todos.

Bom gente, é isso, adoro essa franquia como um todo, irei ficar atualizando esse artigo sempre que algo novo aparecer. Abaixo eu coloquei os filmes da franquia e das animações, até a próxima.

Titulo: Resident Evil: O Hóspede Maldito.

Sinopse: Alguma coisa terrível está oculta na “Colméia”, um enorme laboratório subterrâneo utilizado para pesquisa genética que é controlado pela Umbrella, uma dos maiores conglomerados do mundo. Lá há uma epidemia do T-Vírus, uma arma biológica de grande poder que acaba matando todos os cientistas que lá trabalhavam. Na verdade se eles tivessem sido mortos realmente teria sido ótimo, mas todos são transformados em zumbis, que sentem uma fome incontrolável e transformam todas as suas vítimas em outros zumbis. Quando isto acontece Alice (Milla Jovovich), que não sabe bem quem ela é, e Rain Ocampo (Michelle Rodriguez) se integram a um comando que entra na “Colméia” para entender e tentar controlar a situação. Porém isto tem de ser feito muito rápido, pois em três horas “Rainha Vermelha”, o supercomputador que controla o local, o selará para sempre e quem estiver lá dentro estará fatalmente condenado a se tornar um zumbi.


Personagens dos jogos: Não temos nenhum personagem dos jogos nesse filme.

Inimigos: Rainha Vermelha, Zumbis, Cerberus (Cachorros infectados), Licker e Licker Beta. 


--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


 Titulo: Resident Evil: Apocalypse.

Sinopse: Desde que foi capturada pela Corporação Umbrella, Alice (Milla Jovovich) passou por várias experiências biogênicas. Ela teve seus genes modificados, o que fez com que adquirisse poderes, sentidos e agilidade sobre-humanos. Agora ela precisa retornar à cidade de Racoon, onde recebe o apoio de Jill Valentine (Sienna Guillory) e Carlos Olivera (Oded Fehr) para eliminar um vírus mortal que ameaça fazer com que todo ser humano retorne como morto-vivo.

Personagens dos jogos: Jill Valentine, Carlos Oliveira, Nicholai Ginovaeff. O nome Ashoferd de RE Code Veronica aparece em personagens que não existe nos jogos.

Inimigos: Zumbis, Likers, Cerberus, soldados da Umbrella, Nemesis. 



--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 Titulo: Resident Evil: Extinção.

Sinopse: O T-Vírus experimental, criado pela Umbrella Corporation, foi liberado no mundo, transformando a população em zumbis que se alimentam de carne humana. Com as cidades sem segurança alguma, Carlos Olivera (Oded Fehr) e L.J. (Mike Epps), juntamente com as sobreviventes K-Mart (Spencer Locke) e Betty (Ashanti), reúnem um grupo e fogem pelo deserto, em um comboio blindado. Eles procuram outras pessoas que não estejam infectadas, mas apenas encontram outros mortos-vivos. O grupo é acompanhado pelo dr. Isaacs (Iain Glen), que está num complexo laboratorial subterrâneo da Umbrella Corporation, escondido sob uma torre de rádio abandonada em Nevada. Isaacs acompanha também Alice (Milla Jovovich), que, após ser capturada pela Umbrella, foi submetida a um teste biogenético que alterou sua configuração genética. Agora transformando-se constantemente e sob o risco de ser traída pelo seu próprio corpo, Alice segue o comboio e tenta conduzi-los ao seu destino: o Alasca, onde acreditam que estarão livres dos zumbis.

Personagens dos jogos: Clear Redfield, Carlos Oliveira, Albert Wesker.

Inimigos: Zumbis, Cerberus, Corvos, Zumbis mais rápidos numa nova variação do vírus, Tyrant.

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Titulo: Resident Evil: Recomeço.

Sinopse: Em um mundo devastado pela infecção por um vírus que faz com que suas vítimas se tornem zumbis, Alice (Milla Jovovich) segue sua jornada em busca de sobreviventes. O confronto com a Umbrella Corporation atinge um novo nível, o que faz com que Alice receba a inesperada ajuda de um velho amigo. Los Angeles aparenta ser um local seguro para os não-infectados, mas ao chegarem à cidade eles descobrem que foram atraídos para uma armadilha mortal.

Personagens dos jogos: Claire Redfield, Chris Redfield, Albert Wesker.

Inimigos: Zumbis infectados por Las Plagas, Executioner, Adjules (Cachorros infectados por Las Plagas), Albert Wesker.



--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Titulo: Resident Evil: Retribuição.

Sinopse: Fruto de uma das experiências das Umbrella Corporation, Alice (Milla Jovovich) acorda misteriosamente em outra realidade, como se nada tivesse acontecido no planeta Terra. Mas as sequelas do vírus T logo aparecem na forma de zumbis famintos por carne humana e ela descobre, novamente, fazer parte de um novo e viajante experimento. Dentro das intalações da terrível corporação, a guerreira descobre que um antigo inimigo pode estar por trás de um plano para salvar não só ela, mas também seus antigos companheiros de luta, como Ada (Binbing Li), entre outros. Agora reunidos, eles lutarão lado a lado num combate sangrento, que os levará a uma importante e inacreditável revelação. Só existe um problema, Jill Valentine (Sienna Gillory) e Rain Ocampo (Michelle Rodriguez), sob as ordens da poderosa Rainha Vermelha, não estão dispostas a facilitar as coisas para o grupo, que ainda por cima corre contra o tempo.

Personagens dos jogos: Jill Valentine, Leon S. Kenndy, Barry Burton, Ada Wong, Albert Wesker.


Inimigos: Clone mal da Rain, Infectados por Las Plagas, Zumbis infectados por Las Plagas, Executioners, Rainha Vermelha, Jill Valentine controlada pela Umbrella, Soldados da Umbrella, Licker gigante. 

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Titulo: Resident Evil: Capítulo Final.


Sinopse: Começando exatamente após os eventos de Resident Evil: Retribuição, Alice (Milla Jovovich) é a única sobrevivente do que era pra ser a última fortaleza da humanidade contra os mortos-vivos. Agora, ela precisa retornar para o local que deu inicio a esse pesadelo, a colméia em Raccon City, onde a corporação Umbrella está reunindo suas forças para atacar os últimos sobreviventes do apocalipse.

Personagens dos jogos: Ao que parece, teremos Claire Redfield, Albert Wesker... E talvez, Chris Redfield na pele de William Levy. 

Inimigos: Não se sabe muito sobre os inimigos, mas pelo que pode ser visto no trailer, teremos Lickers, Zumbis infectados por Las Plagas, Albert Wesker, Popokarimu (Uma espécie de morcego gigante do quinto jogo).

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Titulo: Resident Evil: Degeneração.

Sinopse: Claire, assim como o irmão, está envolvida com a causa anti-bioterrorista, associada à ONG Terra Save. A moça é surpreendida por um ataque bioterrorista no aeroporto de Harvardville, onde desembarca após uma viagem de trabalho, e tudo parece iniciar-se com alguns passageiros de um vôo comercial que começam a apresentar sintomas estranhos durante a viagem. Em poucas horas, o aeroporto é tomado pelo vírus, transformando boa parte dos que ali estavam em zumbis. A situação se torna caótica e forças especiais precisam atuar para conter a ameaça. O SRT (Special Response Team), comandado por Angela Miller e Leon S. Kennedy,é recrutado, e os heróis não são surpreendidos apenas por zumbis, mas também por uma criatura maior e bastante assustadora. Após o aparente fim da empresa farmacêutica Umbrella, quem estará por trás do incidente?

Personagens dos jogos: Leon S. Kennedy e Claire Redfield.

Inimigos: Zumbis, infectado pelo G-vírus.

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Titulo: Resident Evil: Dominação.

Sinopse: O agente especial dos Estados Unidos, Leon S. Kennedy, vai a um pequeno país da Europa Oriental investigar rumores de que armas biológicas (B.O.W.s) estão sendo usadas em guerra. Logo após infiltrar-se no local, o governo ordena que Leon se retire imediatamente. Determinado a descobrir a verdade, Leon ignora a ordem e entra no campo de batalha para encerrar a cadeia de tragédias causadas por B.O.W.s.

Personagens dos jogos: Leon S. Kennedy e Ada Wong.

Inimigos: Infectados por Las Plagas, o governo do país, Lickers, Tyrants T-103.




--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------



Titulo: Resident Evil: Vendetta.

Sinopse: Não se sabe muito sobre esse filme, só sabemos que a ideia é capta a essênssia do primeiro jogo da franquia e que ele será lançado entre março e maio de 2017.

Personagens dos jogos: Chris Redfield, Leon S. Kenndy e Rebecca Chambers.

Inimigos: Não se sabe muito a respeito, mas pelo trailer podemos ver zumbis. 










Por: Michael Kaleel.

26 de setembro de 2016

"American Horror Story" é renovada para 7ª temporada


Ainda no início do sexto ano, o canal FX confirmou oficialmente a renovação de sua maior série de sucesso atual, American Horror Story, de Ryan Murphy (Glee, American Crime Story).

Recentemente, Ryan comentou que está trabalhando numa "temporada secreta", que pode estrear ainda em 2016 ou no início de 2017, quebrando o calendário de estreias da série (que sempre teve as temporadas começando em Outubro, exceto pela 6ª que começou em Setembro).

A 6ª temporada é subtitulada Roanoke e tem um formato de falso documentário, abordando um casal que se muda para uma casa de campo e presencia eventos sobrenaturais envolvendo seitas, assassinatos e criaturas.

American Horror Story começou em 2011 e desde então é uma das séries mais prolíferas da TV americana, ainda que a qualidade diminua a cada temporada. Todo ano vemos uma história de terror diferente, com o mesmo elenco em personagens mudados.

25 de setembro de 2016

Crítica: Train to Busan (2016)


Depois de ser reproduzido a exaustão, filmes de zumbis não chamam mais atenção como antes. Recentemente tivemos as sequências de Resident Evil (apresentando mortos-vivos armados!!), o fraquíssimo blockbuster Guerra Mundial Z e o subgênero que mais produz filmes dessas criaturas, as comédias de horror.

Mas temos em Train to Busan um verdadeiro filme de zumbis. Entretenimento garantido que consegue usar os clichês ao seu favor com um ótimo roteiro. Essa produção é da Coreia do Sul, de onde veio filmes como A Tale of Two Sisters (2003), O Hospedeiro (2006), Eu Vi o Diabo (2010) e o recente e elogiadíssimo The Wailing (2016).

Apesar de Train to Busan ser um blockbuster, um filme pipoca mesmo, ele não fica muito atrás desses outros não. Não assistimos algo exagerado e despreocupado com o roteiro à lá Michael Bay, mas temos uma película cheia de ação, cenas bem dirigidas e um bom desenvolvimento dos personagens, que por si só já faz o filme ganhar pontos. Tais personagens são bem definidos - apesar de haver muitos - e o drama do roteiro não parece exagerado nem melodramático, já que toma grande parte do desempenho.


Na trama, Seok-woo (Gong Yoo) é um jovem gestor de finanças que trabalha numa grande corporação e tem uma filha de 9 anos Soo-an (Kim Su-an). Entre os dois, há uma distância crescente, por conta do trabalho de Seok-woo e de sua índole egoísta. Tentando consertar as coisas, ele resolve deixá-la com sua ex-esposa, que vive em Busan.

Para ir, eles pegam um trem. Antes do veículo partir da estação, uma mulher entra despercebida e se esconde no banheiro, aparentando estar doente. Sua presença só é notada quando o trem sai e uma das atendentes é atacada pela moça, que fica violenta e com olhos brancos. Começa então um ataque dentro do ônibus de um vírus zumbi que tem efeito rápido (uns 15 segundos).

Vagões inteiros do trem começam a ficar infestado de zumbis, fazendo com que o número de pessoas normais seja pouco. O motorista recebe um aviso de que uma estação próxima está livre e com militares à espera. No entanto, os passageiros se encontram uma emboscada quando chega no local e são abordados pelos militares... zumbis.

Os que restaram e sobreviveram à esse imprevisto percebem que tem que chegar em Busan, mas isso não vai ser fácil por que além dos zumbis, há alguns passageiros que farão qualquer coisa para sobreviver, mesmo que seja sacrificar a vida dos outros.


Creio que seria difícil reinventar o subgênero zumbis hoje em dia e nem é isso que Train to Busan tenta fazer. Do mesmo jeito que Invocação do Mal (2013) pegou todos os clichês do tema sobrenatural e produz uma mistura bem feita, o filme aqui faz o mesmo com os filmes de mortos vivos e cria sua própria versão, que apesar de não tem muita coisa nova na roda em relação às criaturas, consegue ser original pelas locações.

A duração de quase 2h dá bastante espaço pro filme explorar todos os cenários e render ótimas cenas. Ou seja, ele não se limita apenas ao trem em si, ainda que as cenas nos trem sejam bem escritas. Como por exemplo: o grupo se separa e fica em vagões diferentes no trem e os caras atravessam os vagões cheios de zumbis para se encontrar com o resto do pessoal. 


O toque especial da história é a construção dos personagens. O drama é bem elaborado e bastante importante para o filme, já que muito ponto positivo é dado devido a ele. A relação entre o protagonista e a filha e a transformação do seu caráter em meio a situação parece natural e nada forçado, fazendo com que o desfecho impactante seja bem especial.

Recomendo bastante Train to Busan para os amantes de filmes de zumbis - ou até aqueles que já se cansaram deles. Espero que seja lançado por aqui, mesmo que seja direto em DVD, antes que façam um remake americano dele (boatos que vai rolar mesmo!!). O que eu sei é que o filme vai ganhar uma continuação em breve, isso foi confirmado recentemente. 
por Neto Ribeiro

Título Original: Busanhaeng
Ano: 2015
Duração: 117 minutos
Direção: Yeon Sang-ho
Roteiro: Yeon Sang-ho
Elenco: Gong Yoo, Jung Yu-mi, Ma Dong-Seok, Kim Su-an, Choi Woo-shik, Ahn So-hee,



Série "The Exorcist" tem audiência abaixo do esperado


Nessa sexta-feira (23/09), estreou na Fox a série The Exorcist, que readapta o livro homônimo que gerou o clássico filme de 1973. Entre muitos receios dos fãs, o piloto até que foi bem escrito e ficou na média, mas a audiência desapontou.

Setembro é o principal mês de estreias de séries e The Exorcist era a aposta de horror do canal Fox, mas acabou sendo uma das piores estreias da temporada. O piloto foi visto por 2,90 milhões de telespectadores ao vivo, gerando apenas 1.0 ponto na Demo. A esperança do canal é que a série se saia bem na audiência digital.

O piloto competiu com a estreia de MacGyver, do canal CBS, que apesar de ter sido um fracasso de crítica, se mostrou uma das maiores premieres da sessão de sexta.

A série acompanha uma mãe (Geena Davis, A Mosca) que se preocupa com o estado da filha após ter presenciado um evento traumático na faculdade. Detalhes a levam a crer que a garota pode estar possuída e recorre ao padre de sua paróquia, Padre Tomas (Alfonso Herrera, Sense8), que resolve pedir ajuda a um exorcista experiente (Ben Daniels, House of Cards) após presenciar sinais demôníacos.

23 de setembro de 2016

Crítica: Summer Camp (2016)


Summer Camp (Acampamento de Verão) é uma produção hispano-americana que estava engavetada há 2 anos e teve um lançamento limitado nos cinemas dos EUA, chegando principalmente em VOD (aluguel online). Ele foi dirigido pelo Alberto Marini, escritor do ótimo suspense espanhol Enquanto Você Dorme (2011).

A história acompanha 3 jovens americanos que se inscrevem para serem monitores num acampamento na Espanha. Eles são Will (Diego Boneta, Scream Queens), Christy (Jocelin Donahue, A Casa do Diabo) e Michelle (Maiara Walsh, série Zombieland).  Lá, eles tem o Antonio (Andrés Velencoso), um cara local que já trabalha anualmente no acampamento. O lugar lá não é como um daqueles acampamentos americanos. Na verdade é um composto cercado de floresta, sem um lago, por exemplo.


Tudo parece estar bem e pronto para a chegada das crianças no dia seguinte, mas um deles enlouquece sob influencia de uma doença que havia atingido os cachorros mais cedo. Tal doença faz com que as pessoas fiquem violentas e homicidas. O curioso é que ela tem efeito temporário e some do hospedeiro horas depois da infecção, deixando-o sem lembranças do que ocorreu naquele período de tempo. No entanto, a pessoa pode voltar a pegá-la caso entre em contato com o elemento que a desencadeia - que é um dos mistérios do filme, já que nenhum dos personagens sabe o que ocasiona aquilo.

De início, o filme parece bem ruim, não vou mentir. Parece que você está prestes a ver uma sequência de coisas clichês. É um filme de infecção, não tem como não ser previsível, certo? Bom, Summer Camp é um pouco previsível, mas sabe pegar alguns caminhos inesperados para completar a história. Não é nada extraordinário mas faz um pouco de diferença no resultado final.

Aliás, o filme em si não é nada extraordinário mas é bem divertido, visse? Uma vez que ele começa, não pisa no freio. É uma de suas principais características. Tem ação toda hora e o jogo de câmera influencia no clima frenético que o filme. Sabe aquelas cenas loucas de REC (2007)? É como se estendesse elas para completar um filme inteiro.


Esse clima frenético pode ser um problema quando não parece haver muita preocupação em desenvolver os personagens. E a inconstante troca infectado-não infectado-infectado atrapalha também. No início é meio interessante por que não é algo que você pensasse que aconteceria, mas depois de um tempinho, começa a ficar bem repetitivo e o filme anda em círculos.

Mas no final das contas, Summer Camp consegue ser bem satisfatório caso você não assista esperando uma obra prima. É um filme bem feito, sem ter a intenção de ser nada além disso.






por Neto Ribeiro

Título Original: Summer Camp
Ano: 2016
Duração: 81 minutos
Direção: Alberto Marini
Roteiro: Alberto Marini, Danielle Schleif
Elenco: Diego Boneta, Maiara Walsh, Jocelin Donahue, Andrés Velencoso