10 de outubro de 2016

Crítica: Diário dos Mortos (2007)


George A. Romero, é pai dos zumbis como conhecemos nos dias atuais, antes disso os mortos vivos eram mais conhecidos como pessoas vitimas de bruxaria e voodoo. A consagração desse diretor veio com a famosa trilogia "living dead" com os filmes: "A Noite dos Mortos Vivos", "O Despertar dos Mortos", "O Dia dos Mortos". Em 2005, Romero voltou a produzir filmes de zumbis, no caso, ele começou com a quarta parte da saga original, mas que também era o primeiro capítulo de uma nova trilogia sendo que os dois últimos filmes teriam ligações unicamente entre si. O quarto filme da franquia original e primeiro filme da trilogia em questão se chama "Terra dos Mortos" e mostra a evolução dos zumbis num mundo pós-apocalíptico, mundo esse onde os poucos sobreviventes tentam viver numa sociedade constituída por hierarquias e injustiças.

Terra dos mortos não teve o impacto e nem o sucesso de suas obras antigas, mesmo assim, Romero continuou com a ideia de criar os filmes que havia planejado, agora era uma duologia que junto com o filme 'Terra dos Mortos', formaria uma segunda trilogia. Daí que começou ser feito o "Diary of the Dead" ou "Diário dos Mortos" de 2007. Esse filme se diferencia de todos os outros por um motivo em especial, ele é feito em primeira pessoa, ou seja, no bom, velho e batido 'documentário achado' dos found footage. Vale dizer que o filme foi lançado numa época em que essa técnica ainda não havia sido usada até a exaustão... Ainda iam vir filmes como [REC], Cloverfield e Atividade Paranormal. Na verdade, o filme veio num momento em que os logas metragens em primeira pessoa estavam começando a ser explorados de forma abusiva.

E por fim, veio em 2010, a segunda parte da duologia iniciada por 'Diário dos Mortos' e terceira parte da segunda trilogia iniciada por 'Terra dos Mortos', o filme se chama 'Ilha dos Mortos' ou 'Survival of the Dead' de 2010, e segue um grupo de soldados mercenários (Que fazem uma pequena participação em 'Diário dos Mortos'), descobre a existência de uma ilha que promete segurança para aqueles que ainda estão vivos. Neste cenário isolado e sombrio, duas famílias rivais há gerações lutam pelo domínio total da ilha. Um lado é favorável ao extermínio de todos os zumbis, enquanto o outro prefere preservar os mortos-vivos, numa espécie de quarentena, a espera de uma possível cura. Com a chegada dos forasteiros, a tensão entre as duas famílias e os zumbis torna-se ainda mais intensa e incontrolável. E acreditem, se 'Terra dos Mortos' não foi bem aceito, 'Diário dos Mortos' teve seus problemas, 'Ilha dos Mortos' consegue ser um dos piores longas de zumbis daquele ano.


Enfim, vamos deixar a Ilha para outra crítica e voltar ao Diário. A história começa com uma repórter tentando fazer uma cobertura onde um homem havia matado a  sua mulher e o seu filho e depois se matado com um tiro na cabeça. Para essa repórter, tudo parecia ser só mais um típico dia na vida de jornalistas que estão nas ruas em busca de notícias. Só que tudo começa a mudar quando os corpos começam a se mexer e atacar os paramédicos e bombeiros que estavam ali, em meio ao ataque, a repórter e mordida na cara pela esposa morta. O cameraman pega a sua colega de trabalho em seus braços e grita: "O que é que está acontecendo?". Era o começo do apocalipse zumbi.

Logo depois dessa introdução, ouvimos a narração de uma mulher que alegou ter feito o documentário em homenagem aos que morreram e para dar um tom mais assustador, ela havia colocado trilha sonora. Lembro que quando vi essa introdução, achei que ia levar muitos sustos já que a qualquer aparição de zumbis poderia ser um jumpscare em potencial, mas acabei quebrando a cara, logo mais vocês vão saber por que.

O filme muda para um grupo de universitários que estão numa floresta fazendo um filme de terror, sobre uma múmia, como trabalho de conclusão de curso sob a supervisão de seu professor orientador. O grupo é composto por: Jason Creed (Joshua Close), o diretor e dono do projeto, Tony Ravello (Shawn Roberts), o maquiador, Tracy Thurman (Amy Lalonde), a protagonista do filme de Jason, Eliot Stone (Joe Dinicol), o produtor, o professor André Maxwell (Scott Wentworth), Gordo Thorsen (Chris Violette), Mary Dexter (Tatiana Maslany), Francine Shane (Megan Park)e Ridley Wilmott (Philip Riccio), a múmia.

Após ouvirem na rádio as notícias relacionadas à um pequeno numero de mortos que estão atacando os vivos, Ridley e Francine vão embora para a casa do rapaz. O resto do grupo decide ir pegar a namorada do Jason, Debra (Michelle Morgan), que estava no seu alojamento da faculdade. Enquanto as notícias vão aumentando, as pessoas vão fugindo para as suas casas, cometem saques e vandalismo. O mundo está entrando em colapso. É interessante os comentário da narradora (Que logo é revelado ser a Debra), fazendo criticas a sociedade como um todo... Tipo, em um momento ela fala: "Quando a merda acontece, a amizade não importa, você só quer ir para a sua casa", ou quando ela diz: "Quando acontece um acidente numa estrada, você não para ajudar, mas sim para assistir".

Depois de pegar Debra, a turma, em um trailer, vai para a pequena cidade para que lá, cada um possa seguir os seus rumos. Enquanto isso, Jason, que segura a câmera durante boa parte da projeção, entrevista os amigos com o objetivo de criar um documentário encima dos acontecimentos recentes. Durante aquela noite, na estrada, eles se deparam com zumbis... Mary, que era a motorista, atropela alguns mortos. Esse foi o primeiro contato do grupo com o que estava acontecendo... O primeiro zumbi era um policial carbonizado, foi até bem interessante... Mas, quando os outros três zumbis aparecerem quase que em fila para serem atropelados pelo trailer, eu fiquei me perguntando porque tinham aqueles zumbis ali no escuro, não fazia sentido já que era uma estrada deserta, enfim, são detalhes.

Mary tem um crise por ter atropelado pessoas da qual ela não sabia se eram zumbis ou não, então ela
para o veículo e dá um tiro na sua boca... Mas, ela sobrevive. Aqui temos uma oportunidade perdida de fazer algo legal, a dúvida dos personagens (principalmente de Tony) em saber se o que eles atropelaram eram zumbis ou pessoas, é ridícula uma vez que o público sabe que se tratavam de zumbis. Seria muito mais interessante se o roteiro deixasse essa dúvida no público, se nós não soubéssemos se eram pessoas ou zumbis. Faria mais sentido e com certeza, instigaria o público.

Voltando ao filme, o grupo parte para levá-la ao hospital. Ao chegarem lá, ele está abandonado. Ao entrarem num cômodo, eles veem dois enfermeiros comendo um paciente, Gordo mata um com tiro na cabeça, e Debra mata o outro com choque do aparelho de eletrocardiograma. Enquanto o grupo vai atrás de ajuda para Mary, Jason fica naquele quarto carregando a sua câmera... Sem poder sair dali, o rapaz escuta o grito de sua namorada seguido de tiros, ele fica curioso e preocupado querendo saber o que havia acontecido, mas ao mesmo tempo precisa da câmera para filmar tudo. Foi quando Debra apareceu com uma outra câmera e o criticou dizendo que não é legal ter alguém com uma câmera por perto enquanto o mundo acaba, e que ele não precisava se preocupar com ela porque se a câmera não filmou, então é como se não tivesse acontecido. O paciente que estava sendo comido havia acabado de virar zumbi, Gordo chegou na sala e o matou, logo em seguida, o grupo percebe que Mary também havia virado zumbi, Gordo não consegue matar a amiga, então o professor André pega a arma dele e a mata.

Antes de saírem do hospital, Gordo é mordido por um zumbi... Elliot ao enfrentar a criatura, tenta mostrar para o cético Tony, que o que estava acontecendo era muito mais sério do que ele pensava. No dia seguinte, Gordo estava morto. Tracy espera ele levantar como um deles para matá-lo e enterrá-lo. Daí ideias começaram a surgir no grupo... Imaginar que todos que morrerem e não levar um tiro na cabeça, iam voltar como um zumbi. Esse é um ponto interessante do filme, seja pelos comentários dos personagens, seja pela narração de Debra, o filme instiga fazer o telespectador a refletir sobre as ideias impostas nele.

Mais tarde naquele mesmo dia, o trailer quebra e o grupo se acolhe num celeiro que é propriedade do surto e mudo, Samuel. Enquanto Tracy arruma o veículo... O grupo se vê cercado por uma horda de zumbis, e todos resolvem averiguar se está tudo fechado enquanto estavam impossibilitados de sair dali. Enfim, não temos nada demais na cena (Exceto, talvez, pelo suicídio de Samuel) apesar de que ela tinha potencial para causar uma sensação claustrofobia e angustiante. Na verdade, os zumbis aparecem de forma tão clichê que acaba tornando algo monótono, não existe zumbi marcante como acontece no filme 'A Noite dos Mortos vivos' que temos aquele zumbi que parece uma cobra de tão magro, ou aquele zumbi que tem uma boneca no colo, nesse filme são todos iguais... Além disso, o filme não mostra muita coisa. Num dia todo mundo é humano, no outro dia todo mundo é zumbi, nós vemos só alguns vídeos que o grupo fica vendo pelo celular, mas também não é nada significante, achei isso uma pena, ver uma infecção zumbi se espalhando por uma cidadezinha seria, e sendo dirigida por George A. Romero... Seria um sonho, mas não.

O grupo é surpreendido por um grupo de soldados que estão se refugiando num galpão. Eles têm computador, muita comida e armas. Em meio a discussões e debates, os soldados enchem o tanque do trailer de gasolina e dão algumas armas para o grupo. Nessa parte temos até uma cena interessante aonde um dos soldados morre e o grupo fica apreensivo tentando descobrir aonde ele estava. E quando ele aparece, Tony quebra um frasco com ácida na cabeça do morto, nessa parte nós vemos o produto químico corroendo o morto até ele morrer. Nesse momento nós também vemos uma sútil aproximação no relacionamento entre Tony e Debra, que mesmo sendo amigos, Tony agia como namorado dela já que Jason não largava a câmera para nada e isso incomodava todos.

A turma de universitários continua com a sua jornada até que finalmente chegam na casa de Debra. Lá, todos resolvem descer para descansar um pouco. Porém se deparam com uma cena de terror. O irmão mais novo de Debra era um zumbi, logo em seguida Debra vê a sua mãe comendo o seu pai. Depois de morrerem, todos decidem ir embora dali. Durante a noite, o grupo se encontra com a guarda nacional que ao invés de ajudá-los, rouba parte da comida e arma que eles tinham. Nesse momento ficou ainda mais claro que as regras da sociedade moderna não valiam mais, num mundo onde os mortos estão levantando e comendo os vivos, é cada um por si. Em um consenso, todo mundo decide ir para a casa do Ridley.

Em seguida nós vemos uma vídeo que estava se tornando viral na internet. Tratava-se de um grupo de soldados numa prédio habitacional exterminando os mortos, numa clara referência ao começo de 'Despertar dos Mortos'. Na cena, uma casal de idosos pedem para a policia não entrar num dos apartamentos, mas os guardas não escutam e entram, lá um dos policiais é atacado e mordido por zumbis. Os outros policiais matam os mortos vivos, mesmo depois do casal de idosos ter dito que não queria que ferissem os zumbis porque eram membros de sua família, o guarda mordido mata o casal com tiros no peito justamente para eles voltarem como zumbis, depois o guarda se mata. É uma momento interessante mas fica no ar a questão do "precisava?", a cena não mostra muito e nem acrescenta nada para a história principal. O filme usa a justificativa do documentário feito por Jason, mas no fundo, não dá para esconder que é só uma coisa aleatória que está ali só para ocupar espaço, além disso, toda a ideia do filme funcionaria sem essa parte.

Ao chegaram na mansão, logo estranham que a porta estava escancarada e não havia ninguém no local, o que era estranho já que Ridley havia dito que o local era como uma fortaleza... O grupo entra desconfiado que algo ruim pudesse ter acontecido, mas logo encontram Ridley (que ainda está vestido de múmia). O rapaz está agindo estranho e quando é questionado sobre a sua família, ele responde que o seu pai havia tido um infarto e morrido, mas voltou a vida e infectou todos. Para se proteger, Ridley pegou todo mundo e jogou na piscina. Mas tem uma coisa que ele não havia contado, ele havia sido mordido. Não demorou muito para que ele virasse um zumbi e começasse a perseguir os seus amigos.


Quando ele tenta atacar Tracy e Jason, ao invés de ajudá-la, fica filmando, ela se irrita, pega o trailer e vai embora deixando todo mundo na mansão.  Essa parte fez tanto sentido quanto abrir a geladeira para pensar. Quer dizer, a moça vai embora abandonando os amigos por causa de uma idiotice de um dos amigos... Achei ridículo isso, seria melhor se ela tivesse morrido, o pior é isso tudo acontece ao som do instrumental de 'Dixie's Land'. Tudo bem que a musica faz sentido com a Tracy uma vez que ela era texana com amor ao seu Estado, contudo, tal musica no fundo acabou com o clima do filme deixando tudo menos tenso e mais descontraído... Enfim, depois disso, o Ridley Zumbi ataca Eliot e o mata.


Debra, Tony e André decidem se esconder no quarto do pânico da mansão. pois lá, além de paredes fortes, tem câmeras de monitoramento de toda a mansão, foi assim que André viu Ridley matando Eliot (Só não consigo entender porque teria uma câmera numa suíte com visão estratégica para o banheiro, mas tudo bem, são detalhes), mas Jason não quer perder nada e para ele se trancar é como perder tudo o que está acontecendo, por isso ele não entra no abrigo.

Enquanto tentava fugir, Jason é atacado e mordido pelo Ridley. André mata o Jason com uma espada, e vendo que não havia salvação para o namorado, Debra mata Jason com um tiro na cabeça. Depois nós vemos uma rápida aparição do Jason um pouco antes do inicio das filmagens de seu documentário, ele explica como ele está empolgado e que se esforçaria para mostrar tudo que ia acontecer... Debra assume o papel do namorado e começa a filmar os acontecimentos.

A mansão é cercada por vários zumbis, o trio (Debra, Tony e André), se trancam no quarto do pânico. Por fim, nós vemos o último video que o Jason havia baixado antes da internet acabar. Se tratava de dois caipiras que foram praticar tiros ao alvo em zumbis só por diversão, entre esses zumbis estava uma, presa pelo cabelo numa árvore. Um dos caipiras atira no zumbi, o tiro parte a cabeça do morto vivo ao meio, e o filme termina com uma pergunta de Debra: "Vale a pena nos salvar? Diga você!".

Temos algumas coisas interessantes, os personagens tem carisma, destaque para Debra, com a sua personalidade forte, Tony como o racional e cético do grupo, e André como o professor culto, mas alcoólatra, simpático, mas guerreiro sabendo manejar várias armas como arco-flecha e espada.


O found footage é usado aqui de tal forma que quase não se perceba que é um filme em primeira pessoa, além das câmeras amadoras que são operadas, os personagens utilizam imagens de telefones celulares, câmeras de segurança, trechos de reportagens, vídeos da internet, o que leva o filme a ter outros questionamentos como a influência da tecnologia na vida das pessoas. Graças a essas ferramentas, nós vemos cenas de uma jovem no Japão dizendo que deve atirar na cabeça para os zumbis morrerem, e tudo isso aumenta a extensão da proposta do filme. Em contraposição a isso, a trilha sonora é totalmente desnecessária, foi outra oportunidade perdida de impressionar e assustar o público com boas doses de sustos envolvendo o som, mas definitivamente, a alegação de Debra de ter colocados trilha no filme, é unicamente para justificar as musicas e instrumentais que estão presentes nele, que pena.

De uma forma geral, 'Diário dos Mortos', é um filme com muitos problemas, os zumbis são banais e o público não tem interesse algum em vê-los, temos explicações que não conseguimos engolir como os fatos mostrados na mansão do Ridley e o que ele disse ter acontecido com a sua família, que soaram forçados. Temos furos no roteiro como o próprio apocalipse zumbi que chegou num dia e no outro já tinha matado praticamente o mundo inteiro. Oportunismo para criar uma história onde personagens que nem aparecem no filme, que de repente, morrem e voltam como zumbis. Quebra de clima com trilhas sonoras sem sentido, e por aí vai. São muitos detalhes que quando pensamos, falamos para nós mesmos: "Não é assim!". Entretanto, dessa segunda trilogia feita por George A. Romero, que é composta pelos filmes: "Terra dos Mortos", "Diário dos Mortos", "Ilha dos Mortos"... Esse é o segundo melhor, se não for o melhor, de qualquer forma, está longe da qualidade de filmes como "A Noite dos Mortos Vivos", vale a pena dar uma conferida só por causa das críticas sociais que carregam o filme nas costas, mas não é o suficiente para eternizá-lo como as obras anteriores de Romero. Logo, é um filme assistivel, mas esquecível.

Por esses motivos, dou nota: 5,0.  


       





O filme possui algumas curiosidades como:

– George Romero faz, em Diário dos Mortos, uma participação especial como um policial presente
em uma reportagem de TV. Stephen King empresta sua voz como um locutor de TV, assim como o ator Simon Pegg, de Todo Mundo Quase Morto. Quentin Tarantino, Wes Craven e Guillermo Del Toro também fazem locutores de TV.

– As filmagens duraram 23 dias.

–  Alan Van Sprang, o ator que interpreta o soldado que roubou o grupo, está presente no filme 'Terras dos Mortos' e 'Ilha dos Mortos'.  

– O documentário dentro do filme tem o título de "The Death of Death", na tradução "A Morte da Morte".

– Shawn Roberts, o ator que interpreta Tony Ravello, também está presente no filme 'Terra dos Mortos' como outro personagem, além disso, ele é mais popular por interpretar Albert Wesker a partir da parte 4 da franquia 'Resident Evil', que também é sobre zumbis.

– Tom Savini, maquiador de "O Despertar dos Mortos", diretor do remake de "A Noite dos Mortos-Vivos (1990)" e grande amigo de Romero, faz uma participação como um locutor de rádio que adverte sobre abater os zumbis com um tiro na cabeça.

– Uma das estudantes menciona que "antes, a batalha era de nós contra nós e que agora é de nós contra eles, mas que eles são nós". A frase é semelhante a da personagem Barbra no remake de "A Noite dos Mortos-Vivos", na qual ela fala “nós somos eles e eles são nós”.

FICHA TECNICA



Sinopse: Um grupo de estudantes resolve fazer um filme de terror numa floresta e quando menos esperam, são surpreendidos por vários zumbis. Pensando em criar algo real, os estudantes resolvem usar os mortos vivos no projeto, o que pode fazer com que o filme nem termine e não sobre ninguém vivo para contar a história.

Direção: George A. Romero.

Roteiro: George A. Romero.

Elenco: Michelle Morgan, Joshua Close, Shawn Roberts, Amy Lalonde, Joe Dinicol, Scott Wentworth, Chris Violette, Tatiana Maslany, Megan Park e Philip Riccio.






Trailer

video


Por: Michael Kaleel. 


2 comentários :

  1. Amigo Terra dos mortos foi idealizado como uma sequência de Dia dos mortos . Tanto que nos comentários do dvd/bluray o diretor diz que queria usar trecho dos 3 filmes anteriores mas por direitoser autorais não pode . Nota se a clara evolução dos zumbis ao longo da "quadriologia" . Já Diário dos mortos é o primeiro filme de uma duologia ( o segundo A ilha dos mortos) .

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    1. Obrigado por sua correção, já ajeitamos.

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